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sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

O alfabeto egípcio - Final

Esta é a última postagem sobre o alfabeto egípcio. Nas próximas postagens vamos descobrir 1) como podemos escrever nossos nomes seguindo as regras do alfabeto egípcio e 2) conhecer uma língua que é descendente direta do egípcio antigo (e que é falada ainda hoje).


Vamos lá. O g aqui tem o mesmo som que o nosso g, como em gato.

Não há, também, nenhum mistério com relação ao primeiro t. O segundo t - o hieróglifo da corda - seria a soma de nosso t com ch. Como na palavra tcheco.

O último som "diferente" é o da cobra. Nada mais é que um som dj como em adjetivo.

É isso. Se você tem alguma pretensão em entender alguma coisa de hieróglifos egípcios, pegue todo o alfabeto e decore os sinais, a transliteração e o que representam. Este não é só um bom começo. É o único começo.

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Abraços,
Antonio

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

O alfabeto egípcio - parte 3

Nesta terceira parte do alfabeto egípcio, as coisas começam a ficar um pouco mais complicadas.


Não há nenhum problema em relação ao sinal "boca" (r).

São os quatro "H". E, embora tenham uma transliteração parecida, representam sons são bem diferentes.

O primeiro h é como o pronunciado em inglês: um pouco aspirado, como em house.

O segundo h - corda enrolada - é um som semelhante ao j em espanhol. É quase como nosso r em rato.

O terceiro r - a placenta - tinha, provavelmente, um semelhante ao anterior, embora mais forte, mais enfático.

O quarto r - úbere - seria a representação de um som como o ch alemão em ich.

Novamente, a dica para decorar. A transliterção é chata de ser decorada. Mas é necessária. Não para saber como as palavras eram faladas no egípcio antigo (isso não dá para saber), mas para agilizar o aprendizado e compreender as diversas variações da língua.

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Abraços,
Antonio.